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A inclusão na Educação Infantil

Durante muito tempo, a educação especial configurou-se como um sistema paralelo de ensino dirigido ao atendimento direto dos portadores de necessidades especiais, agora ela se volta, prioritariamente, para dar suporte à escola regular no recebimento destes alunos. Justifica-se, portanto, o presente trabalho, pois buscará analisar as condições que as escolas de educação apresentam ou o que necessitam para o atendimento efetivo dessa clientela.

Uma instituição educacional que acredita no verdadeiro processo de inclusão deve promover situações diárias onde os alunos da Educação Infantil, cultivem o respeito, cidadania, o cuidar de si e do outro, aceitação, companheirismo e tantos outros valores necessários a formação de um cidadão justo.

Assim, este trabalho reflete sobre a importância da educação inclusiva na educação infantil para a formação e desenvolvimento de crianças portadoras de necessidades especiais e a influencia precoce em relação à aquisição da linguagem. E como a aprendizagem é processo complexo acerca do qual existem infinitas definições e conceitos, ressaltamos a importância da educação infantil para um melhor aprendizado. Pois as instituições de educação infantil não estão preparadas para as mudanças propostas por uma educação aberta às diferenças.

PRIMEIROS PASSOS

Antes de se falar em inclusão, é preciso compreender que incluir não é encaminhar o sujeito para a escola e pronto. Há a necessidade de se fazer o acompanhamento junto aos pais, professores e ao próprio indivíduo, por uma equipe multidisciplinar. Esses profissionais precisarão de dedicação, planejamento e responsabilidade, pois é difícil refazer caminhos que já estão habituados a serem trilhados automaticamente, sem esforços e sem mudanças. Na educação infantil, a inclusão veio revolucionar o sistema organizacional e as propostas curriculares vigentes. Inclusão implica em mudanças de paradigma, de conceitos e posições, que fogem a regras educacionais tradicionais. A meta da inclusão escolar no ensino infantil é transformar instituições, de modo que se tornem espaços de formação e de ensino de qualidade para todos os alunos, mesmo aqueles que:

“(…) por apresentar necessidades próprias e diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens correspondentes a sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas. Genericamente chamados de portadores de necessidades especiais classificam-se em portadores de deficiência (mental, visual, auditiva, física e múltipla), portadores de condutas típicas (problemas de conduta) e portadoras de altas habilidades (superdotados) “(Brasil, MEC/SEESP, 1994, P.13)

São objetivos principais da educação especial, proporcionar ao portador de deficiência a promoção de suas capacidades, envolvendo o desenvolvimento pleno de sua personalidade, a participação ativa na vida social e no mundo do trabalho, assim como o desenvolvimento biopsicossocial, proporcionando maior autonomia as crianças de 0 a 5 anos, portadora de necessidades especiais.

A inclusão é um tema polêmico, visto por muitos como algo do futuro, impossível de ser realizado nas condições atuais de ensino. Porém algumas pessoas vêm se mobilizando a fim de mostrar aos educadores e até mesmo a sociedade, que não tem como ficar estático frente ao processo que está vigorando a cada dia. “Hoje, com a política de inclusão, a educação infantil é a porta de ingresso ao sistema educacional para boa parte das crianças, devendo o atendimento educacional especializado ser ofertado na própria creche ou pré-escola em que a criança está matriculada”, afirma Cláudia Pereira Dutra, Secretária de Educação Especial do MEC (Seesp) (Revista Criança Nov/2007, pág. 21)

Intervenção Pedagógica

O trabalho pedagógico deve respeitar o ritmo da criança e propiciar-lhe estimulação adequada para o desenvolvimento de suas habilidades, levando em consideração suas necessidades.

Frequentar a escola de ensino infantil permitirá a criança especial adquirir, progressivamente, conhecimentos cada vez mais complexos, que serão exigidos da sociedade e cujas bases são indispensáveis para a formação de qualquer indivíduo.

O ensino das crianças especiais deve ocorrer de forma sistemática e organizada, segundo passos previamente estabelecidos, o ensino não deve ser teórico e sim ocorrer de forma agradável e que desperte interesse na criança. Sua avaliação deve ser formativa, para manter todos informados sobre a aprendizagem adquirida, bem como identificar dificuldades e auxiliar as crianças a superá-las. Normalmente o lúdico atrai muito a criança na primeira infância, e é um recurso que permite o desenvolvimento global da criança através da estimulação de diferentes áreas.

Não se pode esquecer que é preciso respeitar o ritmo de aprendizagem, que será mais lento. Inteligência, memória e capacidade de aprender podem ser desenvolvidas com estímulos adequados.

“O fato de a criança não ter desenvolvido uma habilidade ou demonstrar conduta imatura em determinada idade, comparativamente a outras com idêntica condição genética, não significa impedimento para adquiri-la mais tarde, pois é possível que madure lentamente”. (SCHWARTZMAN, 1999 pág.246)
Inicialmente a criança adquire uma gama de conhecimentos livres e estes lhe proporcionarão condições de desenvolver conhecimentos mais complexos, como o caso das regras. É importante antes de a criança adquirir qualquer conhecimento, descobrir seu corpo e construir uma imagem corporal, uma representação mental perceptiva e sensorial de si mesma. O resgate do corpo, o conceito de vida associado a movimento é a retomada da criança como agente ativo na construção de sua própria história.

A criança tem que ser vista de forma global e educá-la não é apenas trabalhar a mente e sim o todo, abrangendo todos os aspectos inclusive a necessidade de interagir com o meio tendo contato direto com o universo de objetos e situações que o cercam, podendo assim, efetivar suas construções sobre a realidade.

Todas as atividades proporcionadas à criança devem ter por objetivo a aprendizagem ativa que possibilite a criança desenvolver suas habilidades.

Família e a Educação

A família deve ser orientada e motivada a colaborar e participar do programa educacional, promovendo desta forma uma interação com a criança portadora de necessidades especiais. Também é fundamental que a família incentive a pratica de tudo que a criança assimila.

“A qualidade da estimulação no lar e a interação dos pais com a criança se associam ao desenvolvimento e aprendizagem de crianças com deficiência” (CRAWLEY, SPIKER 1983)

Assim é fundamental o aconselhamento a família que deve considerar sobretudo a natureza da informação e a maneira como a pessoa é informada, com o propósito de orientá-la quanto à natureza intelectual, emocional e comportamental.
Os pais e familiares da criança NEE, precisam se informar sobre a natureza e extensão da deficiência, quanto aos recursos e serviços existentes para a assistência, tratamento e educação, e quanto ao futuro que o aguarda.

Os orientadores devem se preocupar com os temores e ansiedades, sentimentos de culpa e vergonha dos familiares. Devem reduzir a vulnerabilidade emocional e as tensões sofridas, aumentando a capacidade de tolerância.
O objetivo principal é ajudar a lidar mais adequada com os problemas decorrentes das deficientes e no aconselhamento de alguns pontos importantes: ouvir as dúvidas e questionamentos, utilizar termos mais fáceis e que facilitem a compreensão, promover maior aceitação do problema, aconselhar a família inteira, trabalhar os sentimentos e atitudes e facilitar a interação social do portador de necessidades especiais.

A superproteção dos pais em relação à criança pode influenciar de forma negativa no processo de desenvolvimento da criança e normalmente, estes concentram suas atenções nas deficiências da criança de modo que os fracassos recebam mais atenção que os sucessos, e a criança fica limitada nas possibilidades que promovam a sua independência e interação social.

“As habilidades de autonomia pessoal e social proporcionam melhor qualidade de vida, pois favorecem a relação, independência, interação, satisfação pessoal e atitudes positivas. “(BROWN, 1989)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Temos consciência da necessidade de trabalhar com a criança especial desde os primeiros anos de vida, tornando-se fundamental seu ingresso na escola, desde a Educação infantil, preparando professores e ambiente propicio a esse aprendizado.

Para termos uma escola inclusiva é necessário fazer adaptações físicas, e o mais importante ter uma equipe de profissionais capacitados para apoiar os professores, pais, revertendo o modo de pensar, planejar, atender a todas as diversidades.

Os dados obtidos nos levam a conclusão de que a educação infantil é primordial para a aquisição do aprendizado, principalmente nos primeiros anos de vida, quando a criança encontra-se em período de maturação orgânica e seu sistema nervoso está sendo moldado pelas experiências e estímulos recebidos e internalizados. A estimulação do portador de necessidades especiais na fase inicial da vida é extremamente importante para o desenvolvimento da criança e minimizam as ocorrências de possíveis déficits de linguagem na primeira infância, o cérebro humano é altamente flexível devendo ser estimulado para que possa desenvolver todas as suas potencialidades.

Com a inclusão não se pode mais esperar que a pessoa portadora de necessidades especiais se integre sozinha, espera-se que os ambientes estejam preparados para receber todos.

“É preciso que tenhamos o direito de sermos diferentes quando a igualdade nos descaracteriza e o direito de sermos iguais quando a diferença nos inferioriza.” Santos (1995). O esperado é que a escola inclusiva amadureça socialmente e não possa mais esconder tantos problemas que ameaçam o futuro de nossas crianças e possa agir desde os primeiros anos, facilitando assim sua existência.

A meta da inclusão escolar é transformar as escolas de modo que se tornem espaços de formação e de ensino de qualidade para todos.

Segundo Mantoan, as pessoas não podem ter um lugar no mundo sem considerar o outro, valorizando o que ele é, e o que ele pode ser, sendo que para os professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação.

Serviço de Orientação Educacional/Jéssica Inocencio

Adaptado de IVANILDE MONARI TOLEDO em https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/educacao-infantil-e-os-primeiros-passos-para-a-inclusao/58404

A inclusão na Educação Infantil

Durante muito tempo, a educação especial configurou-se como um sistema paralelo de ensino dirigido ao atendimento direto dos portadores de necessidades especiais, agora ela se volta, prioritariamente, para dar suporte à escola regular no recebimento destes alunos. Justifica-se, portanto, o presente trabalho, pois buscará analisar as condições que as escolas de educação apresentam ou o que necessitam para o atendimento efetivo dessa clientela.

Uma instituição educacional que acredita no verdadeiro processo de inclusão deve promover situações diárias onde os alunos da Educação Infantil, cultivem o respeito, cidadania, o cuidar de si e do outro, aceitação, companheirismo e tantos outros valores necessários a formação de um cidadão justo.

Assim, este trabalho reflete sobre a importância da educação inclusiva na educação infantil para a formação e desenvolvimento de crianças portadoras de necessidades especiais e a influencia precoce em relação à aquisição da linguagem. E como a aprendizagem é processo complexo acerca do qual existem infinitas definições e conceitos, ressaltamos a importância da educação infantil para um melhor aprendizado. Pois as instituições de educação infantil não estão preparadas para as mudanças propostas por uma educação aberta às diferenças.

PRIMEIROS PASSOS

Antes de se falar em inclusão, é preciso compreender que incluir não é encaminhar o sujeito para a escola e pronto. Há a necessidade de se fazer o acompanhamento junto aos pais, professores e ao próprio indivíduo, por uma equipe multidisciplinar. Esses profissionais precisarão de dedicação, planejamento e responsabilidade, pois é difícil refazer caminhos que já estão habituados a serem trilhados automaticamente, sem esforços e sem mudanças. Na educação infantil, a inclusão veio revolucionar o sistema organizacional e as propostas curriculares vigentes. Inclusão implica em mudanças de paradigma, de conceitos e posições, que fogem a regras educacionais tradicionais. A meta da inclusão escolar no ensino infantil é transformar instituições, de modo que se tornem espaços de formação e de ensino de qualidade para todos os alunos, mesmo aqueles que:

“(…) por apresentar necessidades próprias e diferentes dos demais alunos no domínio das aprendizagens correspondentes a sua idade, requer recursos pedagógicos e metodologias educacionais específicas. Genericamente chamados de portadores de necessidades especiais classificam-se em portadores de deficiência (mental, visual, auditiva, física e múltipla), portadores de condutas típicas (problemas de conduta) e portadoras de altas habilidades (superdotados) “(Brasil, MEC/SEESP, 1994, P.13)

São objetivos principais da educação especial, proporcionar ao portador de deficiência a promoção de suas capacidades, envolvendo o desenvolvimento pleno de sua personalidade, a participação ativa na vida social e no mundo do trabalho, assim como o desenvolvimento biopsicossocial, proporcionando maior autonomia as crianças de 0 a 5 anos, portadora de necessidades especiais.

A inclusão é um tema polêmico, visto por muitos como algo do futuro, impossível de ser realizado nas condições atuais de ensino. Porém algumas pessoas vêm se mobilizando a fim de mostrar aos educadores e até mesmo a sociedade, que não tem como ficar estático frente ao processo que está vigorando a cada dia. “Hoje, com a política de inclusão, a educação infantil é a porta de ingresso ao sistema educacional para boa parte das crianças, devendo o atendimento educacional especializado ser ofertado na própria creche ou pré-escola em que a criança está matriculada”, afirma Cláudia Pereira Dutra, Secretária de Educação Especial do MEC (Seesp) (Revista Criança Nov/2007, pág. 21)

Intervenção Pedagógica

O trabalho pedagógico deve respeitar o ritmo da criança e propiciar-lhe estimulação adequada para o desenvolvimento de suas habilidades, levando em consideração suas necessidades.

Frequentar a escola de ensino infantil permitirá a criança especial adquirir, progressivamente, conhecimentos cada vez mais complexos, que serão exigidos da sociedade e cujas bases são indispensáveis para a formação de qualquer indivíduo.

O ensino das crianças especiais deve ocorrer de forma sistemática e organizada, segundo passos previamente estabelecidos, o ensino não deve ser teórico e sim ocorrer de forma agradável e que desperte interesse na criança. Sua avaliação deve ser formativa, para manter todos informados sobre a aprendizagem adquirida, bem como identificar dificuldades e auxiliar as crianças a superá-las. Normalmente o lúdico atrai muito a criança na primeira infância, e é um recurso que permite o desenvolvimento global da criança através da estimulação de diferentes áreas.

Não se pode esquecer que é preciso respeitar o ritmo de aprendizagem, que será mais lento. Inteligência, memória e capacidade de aprender podem ser desenvolvidas com estímulos adequados.

“O fato de a criança não ter desenvolvido uma habilidade ou demonstrar conduta imatura em determinada idade, comparativamente a outras com idêntica condição genética, não significa impedimento para adquiri-la mais tarde, pois é possível que madure lentamente”. (SCHWARTZMAN, 1999 pág.246)
Inicialmente a criança adquire uma gama de conhecimentos livres e estes lhe proporcionarão condições de desenvolver conhecimentos mais complexos, como o caso das regras. É importante antes de a criança adquirir qualquer conhecimento, descobrir seu corpo e construir uma imagem corporal, uma representação mental perceptiva e sensorial de si mesma. O resgate do corpo, o conceito de vida associado a movimento é a retomada da criança como agente ativo na construção de sua própria história.

A criança tem que ser vista de forma global e educá-la não é apenas trabalhar a mente e sim o todo, abrangendo todos os aspectos inclusive a necessidade de interagir com o meio tendo contato direto com o universo de objetos e situações que o cercam, podendo assim, efetivar suas construções sobre a realidade.

Todas as atividades proporcionadas à criança devem ter por objetivo a aprendizagem ativa que possibilite a criança desenvolver suas habilidades.

Família e a Educação

A família deve ser orientada e motivada a colaborar e participar do programa educacional, promovendo desta forma uma interação com a criança portadora de necessidades especiais. Também é fundamental que a família incentive a pratica de tudo que a criança assimila.

“A qualidade da estimulação no lar e a interação dos pais com a criança se associam ao desenvolvimento e aprendizagem de crianças com deficiência” (CRAWLEY, SPIKER 1983)

Assim é fundamental o aconselhamento a família que deve considerar sobretudo a natureza da informação e a maneira como a pessoa é informada, com o propósito de orientá-la quanto à natureza intelectual, emocional e comportamental.
Os pais e familiares da criança NEE, precisam se informar sobre a natureza e extensão da deficiência, quanto aos recursos e serviços existentes para a assistência, tratamento e educação, e quanto ao futuro que o aguarda.

Os orientadores devem se preocupar com os temores e ansiedades, sentimentos de culpa e vergonha dos familiares. Devem reduzir a vulnerabilidade emocional e as tensões sofridas, aumentando a capacidade de tolerância.
O objetivo principal é ajudar a lidar mais adequada com os problemas decorrentes das deficientes e no aconselhamento de alguns pontos importantes: ouvir as dúvidas e questionamentos, utilizar termos mais fáceis e que facilitem a compreensão, promover maior aceitação do problema, aconselhar a família inteira, trabalhar os sentimentos e atitudes e facilitar a interação social do portador de necessidades especiais.

A superproteção dos pais em relação à criança pode influenciar de forma negativa no processo de desenvolvimento da criança e normalmente, estes concentram suas atenções nas deficiências da criança de modo que os fracassos recebam mais atenção que os sucessos, e a criança fica limitada nas possibilidades que promovam a sua independência e interação social.

“As habilidades de autonomia pessoal e social proporcionam melhor qualidade de vida, pois favorecem a relação, independência, interação, satisfação pessoal e atitudes positivas. “(BROWN, 1989)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Temos consciência da necessidade de trabalhar com a criança especial desde os primeiros anos de vida, tornando-se fundamental seu ingresso na escola, desde a Educação infantil, preparando professores e ambiente propicio a esse aprendizado.

Para termos uma escola inclusiva é necessário fazer adaptações físicas, e o mais importante ter uma equipe de profissionais capacitados para apoiar os professores, pais, revertendo o modo de pensar, planejar, atender a todas as diversidades.

Os dados obtidos nos levam a conclusão de que a educação infantil é primordial para a aquisição do aprendizado, principalmente nos primeiros anos de vida, quando a criança encontra-se em período de maturação orgânica e seu sistema nervoso está sendo moldado pelas experiências e estímulos recebidos e internalizados. A estimulação do portador de necessidades especiais na fase inicial da vida é extremamente importante para o desenvolvimento da criança e minimizam as ocorrências de possíveis déficits de linguagem na primeira infância, o cérebro humano é altamente flexível devendo ser estimulado para que possa desenvolver todas as suas potencialidades.

Com a inclusão não se pode mais esperar que a pessoa portadora de necessidades especiais se integre sozinha, espera-se que os ambientes estejam preparados para receber todos.

“É preciso que tenhamos o direito de sermos diferentes quando a igualdade nos descaracteriza e o direito de sermos iguais quando a diferença nos inferioriza.” Santos (1995). O esperado é que a escola inclusiva amadureça socialmente e não possa mais esconder tantos problemas que ameaçam o futuro de nossas crianças e possa agir desde os primeiros anos, facilitando assim sua existência.

A meta da inclusão escolar é transformar as escolas de modo que se tornem espaços de formação e de ensino de qualidade para todos.

Segundo Mantoan, as pessoas não podem ter um lugar no mundo sem considerar o outro, valorizando o que ele é, e o que ele pode ser, sendo que para os professores, o maior ganho está em garantir a todos o direito à educação.

Serviço de Orientação Educacional/Jéssica Inocencio

Adaptado de IVANILDE MONARI TOLEDO em https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/educacao-infantil-e-os-primeiros-passos-para-a-inclusao/58404

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