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Eu já sou grande!

Só somos adultos porque em algum momento fomos crianças! Entretanto nem sempre olhamos para trás com a devida consideração a essa condição. O bebê um ser totalmente depende do adulto para sobreviver, única especie de mamífero que não sobrevive ao ser deixada a própria sorte. Esse ser tão logo nasce sequer consegue equilibrar o peso da própria cabeça e em poucos meses já engatinha, anda e fala e que a cada dia caminha rumo a autonomia.

Deixar a chupeta, a mamadeira e as fraldas são os marcos de passagem da condição de bebê para a condição de criança, mas esse caminho deve ser valorizado. Cada um desses elementos devem ser vistos como conquistas e não como uma forma de menosprezo do que foi ser bebê. Crescer é uma condição inerente da vida, cada etapa tem seu valor e deve ser vivida em sua plenitude e superada no momento adequado.

Em nossas reuniões de formação coletiva foi percebido um movimento em nossa escola dessa depreciação da condição de bebê entre os alunos a partir do maternal II. A proposta é que iniciemos um movimento nas turmas de análise do próprio crescimento dos alunos para que percebendo a si e o outro nas diferenças e semelhanças, provoquemos uma mudança de comportamento e uma maior valorização do que é ser um bebê.

Algumas turmar já estão desenvolvendo seus projetos e no clima do subtema gerador “o eu e o outro” iremos fazer visitas aos nossos berçários e propor atividades voltadas para a própria linha do desenvolvimento, relembrando esse bebê que um dia odos nós já fomos.

Jéssica Inocencio

Eu já sou grande!

Só somos adultos porque em algum momento fomos crianças! Entretanto nem sempre olhamos para trás com a devida consideração a essa condição. O bebê um ser totalmente depende do adulto para sobreviver, única especie de mamífero que não sobrevive ao ser deixada a própria sorte. Esse ser tão logo nasce sequer consegue equilibrar o peso da própria cabeça e em poucos meses já engatinha, anda e fala e que a cada dia caminha rumo a autonomia.

Deixar a chupeta, a mamadeira e as fraldas são os marcos de passagem da condição de bebê para a condição de criança, mas esse caminho deve ser valorizado. Cada um desses elementos devem ser vistos como conquistas e não como uma forma de menosprezo do que foi ser bebê. Crescer é uma condição inerente da vida, cada etapa tem seu valor e deve ser vivida em sua plenitude e superada no momento adequado.

Em nossas reuniões de formação coletiva foi percebido um movimento em nossa escola dessa depreciação da condição de bebê entre os alunos a partir do maternal II. A proposta é que iniciemos um movimento nas turmas de análise do próprio crescimento dos alunos para que percebendo a si e o outro nas diferenças e semelhanças, provoquemos uma mudança de comportamento e uma maior valorização do que é ser um bebê.

Algumas turmar já estão desenvolvendo seus projetos e no clima do subtema gerador “o eu e o outro” iremos fazer visitas aos nossos berçários e propor atividades voltadas para a própria linha do desenvolvimento, relembrando esse bebê que um dia odos nós já fomos.

Jéssica Inocencio

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