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ESCUTA ATIVA PARA CRIANÇAS.

O método de criação de escuta ativa, não faz referência a uma novidade, já é aplicado a mais de meio século. Mediante a utilização do método é possível uma maior compreensão dos sentimentos da criança; descobrimos por que às vezes choram e brigam diante algumas situações.

Saindo da fronteira da Pedagogia tradicional, que apresenta conteúdos dissociados da realidade e associando ao cotidiano escolar metodologias que possam favorecer no pleno desenvolvimento do estudante, com exercício da criatividade e prontidão em ações realizadas, as quais favoreçam para compreensão dos alunos; do que se passa à sua volta, se apresenta como desafio para desenvolvermos autonomia e confiança na criança.

As narrativas infantis são repletas de poesia, e a linguagem utilizada nelas é um objeto de estudo muito interessante, que remete a novas linguagens e evidencia a própria cultura da infância.

Nesse sentido, entendermos quais experiências educativas são significativas e consideram as experiências prévias dos estudantes é caminhar na perspectiva da construção do conhecimento significativo.

As narrativas infantis apresentam as experiências vivenciadas.

Assim sendo, as crianças precisam falar e o adulto precisa ter a escuta ativa para ouvir e interpretar as narrativas.

Aprender a narrar significa, então, aprender a interpretar, não bastando saber os fatos, os conteúdos. É necessário compreender o significado dos aspectos do mundo.

Nessa perspectiva, darmos vozes e percebermos como as crianças trocam suas experiências e emoções, favorece para a construção dos sentidos e valorização do estar juntos.

Quando observamos a criança e utilizamos o método da escuta ativa, construímos vínculos e desenvolvemos o sentimento de confiança na criança.

Resultado de imagem para foto escuta ativa

Eliana Guimarães

ESCUTA ATIVA PARA CRIANÇAS.

O método de criação de escuta ativa, não faz referência a uma novidade, já é aplicado a mais de meio século. Mediante a utilização do método é possível uma maior compreensão dos sentimentos da criança; descobrimos por que às vezes choram e brigam diante algumas situações.

Saindo da fronteira da Pedagogia tradicional, que apresenta conteúdos dissociados da realidade e associando ao cotidiano escolar metodologias que possam favorecer no pleno desenvolvimento do estudante, com exercício da criatividade e prontidão em ações realizadas, as quais favoreçam para compreensão dos alunos; do que se passa à sua volta, se apresenta como desafio para desenvolvermos autonomia e confiança na criança.

As narrativas infantis são repletas de poesia, e a linguagem utilizada nelas é um objeto de estudo muito interessante, que remete a novas linguagens e evidencia a própria cultura da infância.

Nesse sentido, entendermos quais experiências educativas são significativas e consideram as experiências prévias dos estudantes é caminhar na perspectiva da construção do conhecimento significativo.

As narrativas infantis apresentam as experiências vivenciadas.

Assim sendo, as crianças precisam falar e o adulto precisa ter a escuta ativa para ouvir e interpretar as narrativas.

Aprender a narrar significa, então, aprender a interpretar, não bastando saber os fatos, os conteúdos. É necessário compreender o significado dos aspectos do mundo.

Nessa perspectiva, darmos vozes e percebermos como as crianças trocam suas experiências e emoções, favorece para a construção dos sentidos e valorização do estar juntos.

Quando observamos a criança e utilizamos o método da escuta ativa, construímos vínculos e desenvolvemos o sentimento de confiança na criança.

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Eliana Guimarães

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